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Outubro é o Mês de Conscientização em Cibersegurança

Outubro é o Mês de Conscientização em Cibersegurança
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Outubro é o Mês de Conscientização em Cibersegurança

Embora a iniciativa tenha surgido nacional por uma entidade estadunidense, diversas empresas e instituições ao redor do globo abraçaram a ideia.

 

É possível que você não saiba, mas o mês de outubro é considerado o Mês de Conscientização em Segurança Cibernética. Para sermos sinceros, temos que explicar um pequeno detalhe: essa iniciativa nasceu de forma nacional, nos Estados Unidos, sendo uma invenção conjunta de três órgãos estadunidenses: a Divisão Nacional de Segurança Cibernética, o Departamento de Segurança Interna dos EUA e a Aliança Nacional de Segurança Cibernética.

Porém, sua importância e eficácia são tão notórios que vários países ao redor do mundo estão, aos poucos, transformando esse período comemorativo em algo internacional. O objetivo é que, ao longo do mês, sejam feitas diversas ações e promovidas uma série de iniciativas que ajudem não apenas as empresas, mas também os próprios cidadãos a se manterem seguros enquanto navegam na web.

Aliás, a primeira edição do Mês de Conscientização em Segurança Cibernética surgiu em 2004, e a Aliança se focou justamente no usuário final, incluindo campanhas para incentivar o uso de soluções de antivírus e softwares devidamente atualizados. De lá para cá, o programa só tem evoluído e, desde 2011, são escolhidos temas semanais para serem trabalhados com os cidadãos norte-americanos. E, no fim das contas, nada impede que adotemos tal ideia aqui no Brasil!

A importância da conscientização

Estamos vivendo uma era atípica. A pandemia do novo coronavírus (SARS-CoV2) acabou forçando empresas a adotar, de forma precoce, o trabalho remoto — com isso, os colaboradores passaram a exercer sua profissão em um ambiente ainda mais perigoso por estar fora do controle dos especialistas do assunto. Será que os funcionários estão sempre usando a VPN? Será que eles estão mesmo instalando patches de segurança?

As preocupações não terminam aí. A crise da COVID-19 também forçou diversas empresas a alterar seu modelo de negócios de maneira emergencial, acelerando o processo de transformação digital e focando seu core business no meio digital. Vide a quantidade de ecommerces que surgiram repentinamente por conta da pandemia. Vender produtos e oferecer serviços online virou o novo normal.

E com isso, é claro, também surgem novas ameaças. Os criminosos também perceberam essa mudança de paradigmas, desenvolveram novas armas para atingir o colaborador remoto, começaram a caçar servidores mal-configurados e passaram a distribuir mais ransomwares — malwares que sequestram computadores e pedem o pagamento de resgates — sabendo que a interrupção de serviços digitais pode ser altamente prejudicial.

Mais crítico do que nunca

Nesse cenário, a conscientização em segurança cibernética se torna mais importante do que nunca. Estamos todos no mesmo barco e é crucial que todos dentro da empresa — do estagiário ao board de diretores — conheçam as ameaças existentes, entendam os perigos que elas representam para a continuidade dos negócios e saibam exatamente o que fazer para impedir que elas acabem interrompendo suas atividades.

É sempre válido lembrar que o fator humano é a primeira linha de defesa em qualquer política de segurança da informação. O colaborador deve ser seu melhor antivírus, adotando boas práticas de higiene cibernética, identificando eventuais riscos à segurança de dados e reportando atividades suspeitas à equipe de TI. Sendo assim, vale o investimento em campanhas de conscientização.

Aproveite o Mês de Conscientização em Segurança Cibernética e crie uma cultura corporativa que valoriza a proteção de dados e a privacidade de seus clientes e parceiros!