Aser Security https://www.aser.com.br/ Soluções em Segurança Digital Tue, 06 Oct 2026 14:06:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.1.2 https://www.aser.com.br/wp-content/uploads/2026/07/favicon-1.png Aser Security https://www.aser.com.br/ 32 32 Segurança no comércio eletrônico: se previna das principais falhas de segurança no varejo https://www.aser.com.br/seguranca-no-comercio-eletronico-se-previna-das-principais-falhas-de-seguranca-no-varejo/ Tue, 06 Oct 2026 12:05:01 +0000 https://www.aser.com.br/?p=713 O forte aumento nas compras online desde o início do surto de COVID-19 levou a um aumento significativo nos ataques cibernéticos em sites e aplicativos de varejistas online, tornando imperativo que os comerciantes fiquem alertas aos riscos mais recentes.

O comércio eletrônico passou por uma grande pressão adicional desde o início da pandemia. Restrições de bloqueio e preocupações com a saúde tiveram um impacto significativo no comportamento de compra, criando condições sem precedentes para os varejistas.

Com os consumidores incapazes de visitar lojas físicas, a dependência do comércio eletrônico cresceu significativamente e as empresas foram forçadas a se adaptar rapidamente.

A BDO descobriu que as vendas online no Reino Unido mostraram um crescimento recorde durante maio de 2020 – 129,5% maior do que no mesmo período em maio de 2019.

Infelizmente, o crescimento do comércio eletrônico foi acompanhado por um aumento no número de cibercriminosos visando varejistas online. O crescimento das compras online aumentou a pressão sobre as cadeias de suprimentos dos varejistas, gerenciamento de pedidos e sistemas de atendimento, adicionando mais desafios de segurança à mistura.

Infográfico: 5 principais riscos cibernéticos para o varejo online
Os 5 principais riscos cibernéticos para lojas virtuais e apps de varejo.

Principais riscos cibernéticos para varejistas online

Durante esse tempo, é importante que as organizações estejam totalmente cientes dos problemas de segurança que podem prejudicar seus negócios e relacionamentos com os clientes.

Além disso, o aumento no volume de clientes pode ter um impacto importante na capacidade contínua de cumprir a LGPD (e o GDPR, para quem vende na Europa) e o PCI DSS. Os principais riscos sobre os quais as organizações devem estar atentas incluem:

Instalação e configuração insegura de sites

Na pressa de responder ao forte aumento nas compras online, muitos varejistas começaram a receber pedidos e a introduzir novos sistemas de comércio eletrônico.

Como resultado disso, muitos podem não ter considerado e avaliado totalmente o impacto dessas alterações na perspectiva da segurança. Todos esses aspectos podem criar vulnerabilidades potenciais para os hackers explorarem.

Durante esse período de intensa pressão para o varejo online, também há um risco maior de introdução de vulnerabilidades de aplicativos, especialmente se as mudanças estiverem sendo implementadas sem que os testes de segurança adequados tenham ocorrido.

Vulnerabilidades comuns de aplicativos que podem permitir que um invasor acesse informações confidenciais de clientes e financeiras incluem falhas de criptografia de dados, de autenticação, cross-site scripting (XSS) e injeção de SQL. As configurações incorretas de segurança na nuvem também são um problema significativo para as empresas.

Proteja sua loja virtual contra XSS, SQL Injection e bots

O Firewall de Aplicação (WAF) gerenciado da ASER bloqueia ataques ao seu site e checkout antes que eles cheguem à aplicação, com monitoramento contínuo do nosso time.

Vulnerabilidades de aplicativos móveis

Os aplicativos de compras móveis provaram ser uma forma valiosa de construir e manter relacionamentos com os clientes durante o bloqueio, mas também são um alvo atraente para os cibercriminosos.

Cerca de 26% das transações fraudulentas de comércio eletrônico nos primeiros três meses de 2020 ocorreram como resultado de aplicativos comprometidos – o dobro dos três meses anteriores.

O impacto da fraude em aplicativos de mobile banking destaca a vulnerabilidade de outros tipos de aplicativos. Nos Estados Unidos, o uso de aplicativos bancários aumentou 50% durante a pandemia e o FBI teve que emitir um aviso aos usuários de que eles podem estar sob maior risco de comprometimento.

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Riscos da cadeia de abastecimento

Nenhuma empresa opera no vácuo. Todo varejista depende de fornecedores e parceiros. Embora a colaboração seja boa para os negócios, ela também aumenta as possibilidades de ataques à segurança da cadeia de suprimentos, porque os fraudadores procuram comprometer as organizações explorando seus relacionamentos com outras empresas.

De acordo com uma pesquisa de violação recente, apenas um pequeno número de empresas do Reino Unido definiu padrões mínimos de segurança para seus fornecedores. Com o aumento dos ataques à cadeia de suprimentos, ignorar esse risco é potencialmente muito prejudicial.

Os atores da ameaça agiram rapidamente para explorar as circunstâncias criadas pela pandemia. A combinação de uma situação de movimento rápido e um aumento nas compras online criou as condições ideais para eles. Os hackers procuram comprometer as organizações tanto diretamente quanto por meio de fornecedores terceirizados, usando phishing.

Business Email Compromise (BEC) é um tipo de ataque no qual os criminosos se disfarçam de colegas e contatos confiáveis para fazer solicitações de pagamento fraudulentas. Os ataques de BEC aumentaram drasticamente durante a pandemia.

Ataques com cartões clonados

Outra atividade criminosa que aumentou desde o início da pandemia é a clonagem de cartões, embora um número surpreendente de empresas ainda não esteja protegendo seus sites de maneira eficaz.

Ilustração de ataque de skimming (Magecart) em página de checkout de e-commerce

Magecart é um exemplo particularmente agressivo de malware de skimming de cartão, usado para injetar JavaScript no checkout ou na página de carrinho de um site.

O varejista de roupas para atividades ao ar livre Páramo foi infectado com o malware por mais de oito meses antes de ser detectado. Durante esse tempo, os dados pessoais de mais de 3.500 clientes foram comprometidos.

A varejista de acessórios Claire’s também foi atingida, com um ataque supostamente coincidindo com o fechamento de suas lojas físicas. Os cibercriminosos roubaram um volume desconhecido de dados de cartões de pagamento dos clientes infiltrando-se no ambiente do Salesforce Commerce Cloud da empresa por pelo menos sete semanas.

Plugins inseguros

Embora os plugins ofereçam funcionalidades e recursos aprimorados para varejistas online, eles também criam riscos de segurança adicionais. Nem todos os plugins são avaliados quanto à segurança antes de serem instalados ou atualizados regularmente, deixando os sites vulneráveis.

Uma pesquisa identificou que mais de 20 milhões de ataques foram tentados contra mais de meio milhão de sites WordPress individuais em um único dia em maio de 2020.

É essencial verificar se todos os plugins em uso são validados, provenientes de uma fonte confiável e regularmente atualizados. Uma boa higiene de segurança também se estende a todos os outros softwares que as organizações usam para dar suporte a seus sites e aplicativos.

4 etapas práticas para proteger seu negócio online

A mudança de hábitos dos compradores online e dos cibercriminosos exige que os varejistas adotem uma abordagem em várias camadas para proteger seus sites, aplicativos, dados e ativos:

Checklist: 4 etapas para proteger sua loja virtual

1. Aplicativos Secure by Design

Secure by Design refere-se ao princípio de projetar software e sistemas levando em consideração a segurança desde o início do processo de desenvolvimento. Isso significa que a segurança é a consideração central para todos os aspectos de um site ou software, incluindo sua arquitetura.

Priorizar essa abordagem ao desenvolver sites e aplicativos, bem como ao lançar novos produtos e serviços, garante que a segurança seja sempre uma prioridade, em vez de ser deixada de lado ou totalmente esquecida.

2. Realizar avaliações de vulnerabilidade regulares

As organizações devem realizar avaliações regulares de vulnerabilidade para avaliar a segurança de seus sites e aplicativos. O teste de segurança precisa ser realizado antes de lançar um novo site ou aplicativo e depois de lançar novos recursos e serviços.

As avaliações ajudam a identificar configurações incorretas, plugins desatualizados e uso de credenciais inseguras. Pentests de aplicativos também devem ser contratados periodicamente para identificar vulnerabilidades que as ferramentas de varredura automatizada podem deixar passar.

Quantas brechas existem hoje na sua loja virtual?

Com a Análise de Vulnerabilidades e Pentest da ASER, especialistas simulam ataques reais ao seu e-commerce e entregam um plano priorizado de correção.

3. Fornecer treinamento aos funcionários

Os funcionários constituem uma das linhas de defesa mais importantes contra os cibercriminosos. Infelizmente, uma abordagem comum usada por hackers é obter acesso inicial aos sistemas comprometendo primeiro a conta de um membro da equipe.

Os varejistas devem fornecer treinamento abrangente sobre medidas de segurança e boas práticas. A equipe precisa entender a importância de senhas fortes e estar atualizada sobre as últimas campanhas de phishing, para evitar abrir links e anexos de remetentes desconhecidos.

4. Manter monitoramento ativo de endpoints e rede

É essencial que os varejistas estejam atentos ao status de seus sites para agir rapidamente se algo suspeito ocorrer. As empresas de comércio eletrônico devem monitorar sites, servidores web, bancos de dados e infraestrutura de back-end em busca de sinais de comportamento suspeito que possam indicar uma violação.

Essa tarefa pode ser feita manualmente por um administrador ou automaticamente por tecnologias de monitoramento, como SIEM (Gerenciamento de Informações e Eventos de Segurança) e EDR (Detecção e Resposta de Endpoint).

🛡 Sem equipe para monitorar 24×7? Os Serviços Gerenciados de Segurança da ASER cuidam do monitoramento contínuo, e nosso time de Resposta a Incidentes age rápido quando algo acontece.

Garantindo o sucesso do comércio eletrônico no longo prazo

A adaptação às mudanças é parte integrante do negócio. Mas os riscos de segurança cibernética criados pela pandemia geraram desafios significativos, que continuam ao longo do tempo.

Os cibercriminosos são extremamente oportunistas, e o grande número de novos sites de comércio eletrônico oferece a eles muitas novas oportunidades de ataque. O fim das restrições não reduziu a demanda por e-commerce: os hábitos de compra mudaram, e a estratégia de segurança também precisa mudar.

Para proteger clientes e negócio, os varejistas precisam se concentrar tanto na tecnologia que usam para vender quanto nos próprios produtos. Manter-se atualizado em segurança cibernética e contar com suporte especializado no momento certo ajuda os varejistas a prosperarem em condições comerciais voláteis.

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Multinacional é vítima de phishing e tem serviço de e-mail comprometido! https://www.aser.com.br/multinacional-e-vitima-de-phishing-e-tem-servico-de-e-mail-comprometido/ Wed, 05 Aug 2026 17:40:48 +0000 https://www.aser.com.br/?p=583 A IKEA, uma multinacional sueca de móveis e artigos para casa, passou por um problema complexo para resolver.

A empresa está sendo vítima de phishing e os cibercriminosos estão utilizando e-mails internos da empresa para enviar mensagens falsas para outros colaboradores e assim terem acesso a dados.

Esses e-mails podiam parecer que foram enviados por pessoas com quem eles trabalhavam, de uma conversa externa, ou até de uma conversa que já existia.

Por ser uma situação totalmente complexa foi passado para os funcionários, parceiros e fornecedores que não abrissem qualquer email que viesse, afinal ainda não haviam descoberto como resolver a situação.

Ainda foi repassado que toda e qualquer dúvida e suspeita sobre o email fosse repassado de imediato para os experts.

Com este ataque a IKEA ficou mais vulnerável a um ataque de ransomware.

O principal objetivo desses hackers com essa campanha de phishing é instalar trojans como o Qbot e Emotet.

Sendo assim…

Os cibercriminosos conseguem enviar planilhas maliciosas disfarçadas de uma planilha legítima de excel e isso tornou ainda mais vulnerável a este ataque se tornar um ataque de ransomware.

Uma vez implementados estes trojans, é apenas uma questão de tempo até que os hackers decidam lançar um ataque final de ransomware, comprometendo toda a sua rede interna e as informações sensíveis armazenadas na mesma.

Para já, além de terem sido alertados para que não seja aberto qualquer email, os funcionários foram também impossibilitados de remover emails da “quarentena”, para que não aconteçam acidentes.

Como foi passado pela própria direção da IKEA para os seus funcionários,parceiros e fornecedores é de extrema importância que essa situação seja vista como uma resolução prioritária e para evitar danos é necessário que sigam os protocolos passados.

Repassando todo e qualquer email suspeito para os experts via Teams e assim solucionar o quanto antes esses problemas.

Isso para evitar que os dados sejam roubados e fraudados pelos criminosos.

Ficar sempre consciente sobre o que fazer para ter uma segurança e evitar esses tipos de ataques é importante.

Falhas em segurança por conta de cibercriminosos estão sendo cada vez mais comuns.

Para que sua empresa não seja vitima desses tipos de ataques é importante ter um sistema que analise e identifique qualquer tipo de falha de segurança na rede.

A Aser Security é uma empresa certificada CEH (Certified Ethical Hacker) pelo EC-Council. Sendo assim, os serviços de Análise de Vulnerabilidades e PenTest seguem as principais normas e padrões internacionais de segurança da informação.

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Segurança vs UX: o futuro da experiência do usuário final https://www.aser.com.br/seguranca-vs-ux-o-futuro-da-experiencia-do-usuario-final/ Wed, 05 Aug 2026 17:40:00 +0000 https://www.aser.com.br/?p=580 A cibersegurança sempre foi encarada como uma obrigação “chata” por colaboradores, mas mudanças no mercado prometem torná-la invisível e proativa.

Todo profissional de TI e/ou de segurança da informação já teve que lidar com reclamações de colaboradores a respeito de deveres ou processos para proteger dados sigilosos. Para o usuário final, cada medida de proteção é encarada como uma obrigação chata e que apenas atrapalha a sua produtividade. Manter seus softwares e máquinas atualizadas com os últimos patches liberados? “Perca de tempo”. Fazer a correta gestão de suas senhas e credenciais? “Fútil; ninguém roubará meu login”. Aplicar criptografia para garantir a segurança de dados sigilosos at-rest? “Totalmente desnecessário”.

Sejamos sinceros: de fato, por mais que nenhum desses processos seja dispensável, cibersegurança e produtividade são palavras que nunca se deram bem. Felizmente, para a alegria de todos, é possível identificar uma tendência que pode resolver esse problema de uma vez por todas: as tecnologias de segurança estão se tornando tão integradas aos hardwares e softwares usados para trabalhar que elas se tornam praticamente imperceptíveis ao usuário final, evitando fricções e dores de cabeça que os impeça de adotar uma postura segura.

Basta lembrar, por exemplo, que muitos smartphones e computadores passaram a contar com recursos de proteção a nível de hardware — o novo Windows 11 exige que sua máquina possua um chip Trusted Platform Module (TPM) 2.0 para ser executado, enquanto os dispositivos mais recentes da Apple contam com o Secure Enclave (um chipset dedicado a tarefas de criptografia e armazenamento seguro de dados) para facilitar a vida do usuário. No acesso remoto a aplicações na nuvem, temos soluções como a arquitetura de confiança zero (zero trust) para verificar a identidade com base em uma série de fingerprints, reduzindo a preocupação com validação de identidade e autenticação.

Claro, para que a segurança continue tendo o mínimo de fricção possível com a produtividade, é essencial que as empresas adotem essas novas tecnologias. Porém, com um pouco de investimento, tudo indica que o futuro da segurança é automatizar cada vez mais processos tidos como “chatos” pelos colaboradores, garantindo um ambiente mais seguro e amigável para todos — sem prejudicar o cotidiano do usuário final.

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O Potencial da Inteligência Artificial (IA) https://www.aser.com.br/o-potencial-da-inteligencia-artificial-ia/ Wed, 05 Aug 2026 17:39:11 +0000 https://www.aser.com.br/?p=577 A IA tem sido fundamental na construção de sistemas de segurança automatizados, processamento de linguagem natural, detecção de rosto e detecção automática de ameaças

A inteligência artificial (IA) possibilita que máquinas aprendam com experiências, se ajustem a novas entradas de dados e realizem tarefas como nós seres humanos.

As máquinas podem tomar decisões baseadas em dados e razões logicas.

A maioria dos exemplos que ouvimos falar hoje é de computadores mestres em xadrez a carros autônomos que dependem de deep learning e processamento de linguagem natural.

Com essas tecnologias, os computadores podem ser treinados para cumprir tarefas específicas ao processar grandes quantidades de dados e reconhecê-los.

Mas…

Qual a História da Inteligência Artificial?

O termo inteligência artificial foi criado em 1956, mas só se popularizou recentemente graças aos crescentes volumes de dados disponíveis, algoritmos avançados, e melhorias no poder e no armazenamento computacionais.

As primeiras pesquisas de IA nos anos 1950 exploraram temas como a resolução de problemas e métodos simbólicos.

Já na década de 1960, o Departamento de Defesa dos EUA se interessou por este tipo de tecnologia e começou a treinar computadores para imitar o raciocínio humano básico.

Esses primeiros trabalhos prepararam o caminho para a automação e o raciocínio formal que vemos nos computadores de hoje em dia, incluindo sistemas de apoio à decisão e sistemas inteligentes de pesquisa que podem ser projetados para complementar e expandir as capacidades humanas.

Como Ela está Sendo Usada Atualmente?

Toda indústria possui uma alta demanda pelas funcionalidades da IA, especialmente sistemas de perguntas e respostas que podem ser utilizados para assistência jurídica, busca de patentes, notificações de risco e pesquisas médicas.

Aqui estão alguns outros tipos de uso:

Operadoras de Saúde

Aplicações de inteligência artificial podem resultar em medicamentos e leituras de raio X personalizados. Assistentes pessoais podem agir como treinadores, por exemplo te lembrar que você precisa de tomar seus remédios, se exercitar ou comer alimentos saudáveis. Manufatura

Pode analisar dados da famosa Internet das Coisas (IoT) de fábricas conforme eles são transmitidos de equipamentos conectados para prever carregamentos e demandas usando redes recorrentes, um tipo específico de rede de deep learning aplicada a dados sequenciais.

Varejo

Proporciona funcionalidades para lojistas virtuais, como oferecer recomendações personalizadas e negociar pagamentos com os consumidores. Tecnologias de gestão de estoque e layout de sites também são melhoradas com ela.

Esportes

A inteligência artificial é usada para capturar imagens de partidas e oferecer relatórios aos treinadores sobre como organizar melhor o jogo, o que inclui otimização de posições e de estratégias em campo. Portanto, seu objetivo é fornecer softwares que possam “raciocinar” sobre as entradas e explicar as saídas de dados.

A inteligência artificial fornece interações quase humanas com softwares e oferece apoio a decisões para as tarefas necessárias, mas ela não é uma substituição aos seres humanos e também ainda não será por longos anos.

E Como a Inteligência Artificial Funciona?

Ela funciona ao combinar grandes quantidades de dados com processamento rápido e interativo e algoritmos inteligentes, permitindo ao software aprender automaticamente com padrões ou informações nos dados.

Inteligência artificial é um campo de estudo muito amplo, que engloba diversas teorias, métodos e tecnologias, assim como esses subcampos:

  • Machine learning: automatiza a construção de modelos analíticos. Ele usa métodos de redes neurais, estatística, pesquisas de operações e física para encontrar insights escondidos em dados, sem ser especificamente programado para olhar um determinado lugar ou chegar a uma determinada conclusão.
  • Rede neural: é um tipo de machine learning composta de unidades interconectadas (como neurônios), que processam informações ao responder a entradas externas, retransmitindo-as entre as unidades. O processo requer passagens múltiplas nos dados para encontrar conexões e extrair significados de dados não-definidos.
  • Deep learning: utiliza grandes redes neurais com muitas camadas de unidades de processamento, aproveitando-se de avanços no poder computacional e em técnicas de treinamento aprimoradas para aprender padrões complexos em grandes quantidades de dados. Aplicações comuns incluem reconhecimento de imagem e fala.
  • Computação cognitiva: é um subcampo de IA que almeja uma interação natural e humana com máquinas. Utilizando junto com a computação cognitiva, o objetivo final é que a máquina simule processos humanos através da capacidade de interpretar imagens e a fala.
  • Visão computacional: depende do reconhecimento de padrões e de deep learning para entender o que há em uma imagem ou vídeo. Quando máquinas podem processar, analisar e entender imagens, eles podem capturar imagens ou vídeos em tempo real e interpretar o que há ao redor delas.

O potencial da Inteligência Artificial é extremamente grande e precisamos saber como usar da melhor forma.

Só não podemos esquecer de manter as análises dos sistemas e estarmos livres de falhas.

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Ascensão de Hackers em invasões de Automotivos! https://www.aser.com.br/ascensao-de-hackers-em-invasoes-de-automotivos/ Wed, 05 Aug 2026 17:38:22 +0000 https://www.aser.com.br/?p=574 Veículos usam tecnologias como Bluetooth e WiFi para se comunicar, pensando assim eles também abrem para diversas vulnerabilidades ou ameaças de hackers na vida de executivos de grandes empresas (ex. CEOs)

Você pode estar em perigo… Porque até os automóveis eles querem invadir.

Com a crescente “modernização” dos veículos, seja por ter acesso ao bluetooth, wifi e etc, já é uma realidade também o aumento dos ataques de hackers através destes.

Os carros continuam avançando no uso da tecnologia, o que pode ocasionar mais ataques ainda no futuro. Nós consumidores amamos esses recursos, mas infelizmente os hackers amam ainda mais pela facilidade de invasão.

Essa situação tira o sono de muitos integrantes da indústria automobilística, que querem estar um passo (ou dois ou três) à frente daqueles que poderiam acabar causando estragos ao sistema mundial de transporte privado.

E algumas dessas ameaças ocorrem por:

Dispositivos simples, como os monitores de pressão dos pneus, que podem ser utilizados para acessar controles sensíveis do carro, como o comando da ignição;

Falhas de segurança na tecnologia keyless podem abrir brechas para o roubo de automóveis;

Através da telemática pode-se permitir que o carro envie e receba dados via dispositivos de telecomunicação.

Um hacker também pode acessar à rede telemática por dispositivos externos (como a câmera traseira) e, através desse acesso, procurar brechas de segurança para ter acesso a outras redes mais sensíveis do carro.

Um caso interessante para termos um exemplo foi o que ocorreu em 2019.

A empresa de cibersegurança automotiva Karamba Security postou uma falsa unidade de controle eletrônico de veículos online. E adivinha? Em menos de três dias, 25 mil tentativas de invasão feitas por hackers, e uma delas foi bem-sucedida.

Por isso, a segurança automotiva é um interessante e complexo problema a ser resolvido ainda pelos profissionais dessa área.

E um dos desafios da segurança automotiva é a complexidade em organizar toda a cadeia de produção e os longos ciclos de desenvolvimento dos modelos dificultam uma das principais atividades de segurança da informação, ou seja, a atualização. O carro moderno hoje é praticamente um computador que está on-line, tanto quanto um smartphone ou computador.

Portanto, é essencial que as montadoras identifiquem vulnerabilidades de software em facilidades como Bluetooth, Wifi e conexões celulares, visto que todos oferecem pontos de ataque muito possíveis para os hackers.

Isso tudo só nos confirma que, por mais que esperamos que os fabricantes forneçam um veículo totalmente seguro, a experiência em segurança cibernética nos mostra que isso não é algo que pode ser 100% garantido para sempre.

Assim como fazemos de tudo para proteger nossos laptops e smartphones, também precisaremos pensar em adotar uma forma mais prática para garantir que nossos carros estejam protegidos contra esses ataques cibernéticos.

Afinal quem é que vai deixar o seu automóvel vulnerável a ataques de hackers?

Ninguém quer isso.

De acordo com o veterano da marinha americana e especialista em segurança digital, Andrew Bindner, “Não é necessário nem que o carro tenha acesso à internet.

Basta o invasor ter acesso à porta OBDII (usada para diagnósticos e reparos eletrônicos) para realizar uma série de modificações no carro”.

Isso pode ocorrer também ao deixar o veículo, por exemplo, em um estacionamento. Em poucos segundos o criminoso pode colocar um aparelho no conector, que normalmente fica próximo do motorista.

Como a porta OBDII normalmente é protegida por uma cobertura plástica, a chance de o proprietário descobrir que está sendo rastreado e hackeado é quase zero. Uma solução para diminuir os riscos seria adotar o conceito usado nos aviões modernos.

Apesar das aeronaves como o Boeing 777 terem quase todos os controles feitos por sistemas eletrônicos, uma separação física e eletrônica ocorre nos softwares cruciais para o voo e outros mais simples, como os de entretenimento dos passageiros.

Assim, hackers que alegam ter invadido o sistema de entretenimento não oferecem perigo ao avião, pois os programas apenas leem os dados de voo do avião, sem alterá-los.

Mas Como Tentar Se Proteger?

  • Apague a conexão de todos os celulares que não sejam aqueles que sejam usados frequentemente no carro;
  • Desabilite as permissões de acesso de aplicativos e recursos do sistema multimídia que você não usa;
  • Não deixe gravado no GPS do carro o endereço da sua casa. Em vez disso, use um endereço próximo;
  • Mantenha as chaves presenciais no bolso da frente (atrás é mais fácil para invasores ficarem próximos o suficiente para captar a frequência de comunicação do dispositivo);

Se estiver em um local que não conhece, prefira trancar o carro da maneira convencional, usando a chave no miolo da fechadura.

Foque bastante em buscar formas de analisar as falhas do seu carro.

Isso impede que o sinal do controle seja captado ou bloqueado.

Faça uma consulta gratuita para não correr riscos.

Você já sabia sobre isso? Compartilhe esse conteúdo com mais pessoas.

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A cultura de privacidade na criação de CNPJ. https://www.aser.com.br/a-cultura-de-privacidade-na-criacao-de-cnpj/ Wed, 05 Aug 2026 17:37:42 +0000 https://www.aser.com.br/?p=571 Como cuidar dos dados e da privacidade da sua empresa?

Estabelecer uma cultura de privacidade é importantíssima para o seu bom funcionamento.

É somente quando ela é priorizada que as companhias estão seguras e podem se proteger de quaisquer eventualidades que possam ocorrer.

Com a chegada da LGPD isso se tornou ainda mais necessário, pois essa lei “nasceu” para que os dados dos consumidores permaneçam seguros mesmo quando fornecidos às empresas.

E o mais importante do que os gestores só se preocuparem com os processos do dia a dia, é capacitar os colaboradores para que eles representem a companhia de forma positiva e correta.

É crucial que toda a equipe também reconheça os riscos de ataques cibernéticos, entenda a relevância da privacidade dos dados e defina seu cotidiano com base nesses pensamentos.

A valorização de dados e informações pessoais e empresariais não deve ser nenhuma novidade para você, afinal sempre ocorre algum crime e roubo de dados de pessoas próximas a nós que causam alguns danos.

Antes dos meios digitais já fazíamos uma segurança de nossos dados, sempre guardando muito bem os documentos e informações importantes.

Essa é uma cultura que todas as empresas devem ter, afinal lidam com informações que são de terceiros.

Alguns danos causados pela perda de dados podem ser muito maiores do que simplesmente a falta de dinheiro, podem até causar a falência de outras empresas.

É de extrema importância que a sua empresa assuma uma cultura de privacidade e segurança de dados.

Mas …

O que é Segurança de Dados?

Trata-se de uma segurança e proteção de dados diante a ameaças acidentais ou internacionais, de roubo, destruição ou modificação sem autorização.

Por estarmos falando de preservação de informações de empresas, em maior ou menor grau todas as informações têm seu devido valor para o empreendimento.

Nos meios digitais a segurança deve ser ainda maior que antes, afinal existem muitos hackers e criminosos que já utilizam diversos meios para conseguir as informações que desejam.

Por esses motivos, a segurança dos dados deve ser uma das principais prioridades.

Existem três atributos que conduzem o planejamento, a análise e a implementação de ferramentas e processos, a fim de garantir a segurança dos dados de uma organização.

São eles: integridade, confidencialidade e disponibilidade.

Juntos, esses fatores garantem a segurança da informação.

Integridade

É a garantia de que os dados manipulados vão conservar todas as suas características originais. Isso significa que as informações vão se manter íntegras, conforme criadas ou estabelecidas pelo proprietário.

Confidencialidade

Diz respeito à imposição de limites de acesso aos dados apenas às pessoas e/ou entidades permitidas por aqueles que têm os direitos da informação. Sendo assim, apenas as pessoas confiáveis vão poder acessar, processar e fazer mudanças nos dados.

Disponibilidade

Por fim, a disponibilidade se refere à garantia de que os dados estarão sempre disponíveis para uso legítimo. Dessa forma, as pessoas e/ou entidades autorizadas pelo detentor dos direitos terão o acesso às informações sempre garantido.

E você deve se organizar para que tudo isso seja usado da melhor forma com um planejamento completo de segurança e proteção de dados.

Nos meios digitais o crescimento de ataques cibernéticos está crescendo a cada momento, afinal nem todas as empresas estão preparadas para esse meio.

E pela falta de preparação em segurança de dados isso pode causar danos financeiros às empresas e danos que podem acabar com a imagem do trabalho que você está fazendo atualmente.

Ninguém quer que os dados e informações sejam roubados por oportunistas que se aproveitam da falta de cuidado.

Somente no ano de 2021 ocorreu cerca de 60% de danos a empresas por perder dados de clientes, fornecedores e funcionários.

Mas existe algo de extrema dificuldade para muitas empresas em proteger todos os seus dados e informações confidenciais que é a falta de mão de obra específica para esse meio.

Para que a empresa tenha esse apoio da equipe é crucial que ela transmita a necessidade e a importância de manter os dados em segurança e evitar ao máximo os ataques.

Nós da Aser Security somos especialistas em cuidar da segurança da sua empresa e evitar problemas como este.

Quer uma consultoria gratuita sobre segurança da informação para sua empresa?

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Você é o principal alvo das Violações de dados https://www.aser.com.br/voce-e-o-principal-alvo-das-violacoes-de-dados/ Wed, 05 Aug 2026 17:36:59 +0000 https://www.aser.com.br/?p=568 Os dados continuarão a ser uma das principais preocupações das organizações em todo o mundo. LGPD, alvos, proteção de privacidade

Com o início da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) nº 13.709, no Brasil, muito se ouviu falar sobre a Violação de Dados, principalmente na relação entre as empresas e seus clientes.

Mas Como Essa Violação de Dados Acontece?

A violação de dados ocorre quando a sua empresa/organização sofre um incidente de segurança relativo aos dados pelos quais é responsável (seja de clientes ou colaboradores) que resulta numa violação da confidencialidade, da disponibilidade ou da integridade dos dados.

Ela estabelece regras para todos que coletam, armazenam e compartilham dados pessoais de terceiros.

Seu objetivo de estabelecer essas regras é garantir:

  • O respeito à privacidade;
  • A autodeterminação informativa;
  • A liberdade de expressão, informação, comunicação e opinião;
  • A inviolabilidade da intimidade da honra e da imagem;
  • O desenvolvimento econômico, tecnológico e a inovação;
  • A livre iniciativa, a livre concorrência e a defesa do consumidor;
  • Os direitos humanos, o livre desenvolvimento da personalidade, a dignidade e o exercício da cidadania pelas pessoas naturais.

Os dados com informações pessoais sempre foram um alvo atraente.

Um relatório de 2020 Cost of a Data Breach Report, desenvolvido pelo Ponemon Institute, apontou que 80% das violações de segurança envolviam dados pessoais, mais do que qualquer outro tipo de dados comprometidos.

As informações de identificação pessoal permanecem entre os principais alvos, junto com credenciais de autenticação roubadas ou comprometidas.

Os dispositivos perdidos ou roubados também continuam a ser uma preocupação para as organizações. Segundo o relatório, dispositivos perdidos ou roubados fazem parte dos sete principais fatores que amplificam o custo de uma violação de dados.

Mas Como Proteger Você e a Sua Empresa?

Para proteger a sua empresa é necessário que você utilize os seguintes passos:

Colete e retenha apenas os dados necessários

Para minimizar os riscos, restrinja a coleta e o armazenamento de dados apenas ao que é realmente necessário para suas operações e que possa ser justificado caso ocorra algum problema.

Obtenha as permissões apropriadas dos titulares dos dados antes de coletá-los, capte as informações no momento necessário e não se esqueça de limitar o acesso aos dados por meio de controles de sistemas e políticas de uso.

Criptografe os dados durante a transmissão e o armazenamento

Criptografe os dados em todos os estados, durante a transmissão e quando chegarem ao seu destino. Os padrões de criptografia devem atender aos requisitos dos regulamentos e leis de privacidade que devem ser observadas atentamente pela sua empresa.

Limite o acesso e a movimentação dos dados

Essa parte é muito importante pois o vazamento de dados por meio de colaboradores e terceiros está aumentando de forma exponencial e o acesso aos dados deve ser limitado ao estritamente necessário. Reduza a movimentação dentro dos sistemas. Restrinja, monitore e avalie regularmente os acessos realizados por parceiros e terceirizados.

Estabeleça um programa de governança da privacidade de dados

É interessante desenvolver e definir regras de boas práticas e de governança, que estabeleçam as condições de organização, o regime de funcionamento, os procedimentos, incluindo reclamações e petições dos titulares dos dados, as normas de segurança, os padrões técnicos, as obrigações específicas para os diversos envolvidos no tratamento, as ações educativas, os mecanismos internos de supervisão e de mitigação de riscos e outros aspectos relacionados ao tratamento de dados pessoais.

As políticas devem garantir que as práticas da empresa atendam aos requisitos regulamentares.

A conformidade com as regulamentações externas afetará como uma organização deve divulgar uma violação de dados.

As políticas internas devem exigir resposta adequada e protocolos de remediação.

Eduque os stakeholders sobre o acesso e manuseio adequados de dados pessoais

Ensinar e explicar adequadamente sobre o manuseio desses dados pessoais deve ser parte de uma estratégia geral de segurança da sua empresa. Isso ajuda na defesa contra vazamentos acidentais de dados e desencoraja divulgações intencionais.

Muitos vazamentos acidentais de dados podem ser evitados com treinamento regular de segurança da informação.

E isso inclui orientar sobre como identificar informações pessoais, fornecendo instruções explícitas sobre o que é considerado informação pessoal dentro da organização, no contexto das leis e regulamentos.

Não presuma que os colaboradores em todas as áreas da sua empresa possuem o conhecimento necessário para discernir seu papel na proteção de dados.

As atitudes em relação aos dados podem variar de pessoa para pessoa dentro de uma companhia.

Será que sua Empresa e seus clientes estão realmente seguros?

A Aser Security tem as melhores soluções de segurança para deixar sua empresa sempre segura e ativa.

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Usar códigos Open Source em projetos comerciais é Seguro? https://www.aser.com.br/usar-codigos-open-source-em-projetos-comerciais-e-seguro/ Wed, 05 Aug 2026 17:36:19 +0000 https://www.aser.com.br/?p=565 Incidentes recentes reacendem discussões de profissionais da área a respeito da confiabilidade de bibliotecas e APIs abertas.

Convenhamos: a comunidade de software aberto — também conhecida como Free and Open Source Software ou simplesmente “FOSS”) — merece respeito.

Afinal…

Estamos falando de desenvolvedores e até mesmo organizações sem fins lucrativos (ONGs) inteiras que se dedicam a criar códigos de alta qualidade e disponibilizá-los gratuitamente na web, a troco de dinheiro algum, com o simples objetivo de facilitar a vida de terceiros. Isso inclui bibliotecas e APIs que podem ser embutidos em projetos comerciais.

Porém, não é de hoje que especialistas em segurança cibernética discutem a respeito da confiabilidade de códigos open source.

O principal argumento é que, justamente por conta da inexistência de uma obrigatoriedade de qualidade, tais produções costumam não ter uma esteira de desenvolvimento tão complexa quanto a de soluções que são disponibilizadas à venda.

Com isso, na teoria, seria mais fácil que esse tipo de material tenha vulnerabilidades que colocam a segurança de seu projeto em risco.

Incidentes recentes reacenderam essa discussão.

Primeiro, tivemos o conjunto de vulnerabilidades Log4Shell na famosa biblioteca Log4j, que botou em xeque a segurança de uma série de aplicações famosas.

Também não podemos deixar de citar a onda dos “protestwares”; mantenedores de pacotes open source estão usando seus próprios projetos para protestar contra a invasão da Rússia à Ucrânia, o que tem causado algumas situações inconvenientes até mesmo em países longes da região euroasiática.

Softwares de Open Source por mais que sejam códigos abertos ao público também tem as suas regras e regulamentações.

Esses softwares assim como qualquer outro é normal que você encontre riscos de utilização, mas tem sempre as licenças que devem ser seguidas.

Veja os riscos de segurança na utilização de software de com código aberto:

  1. Riscos na segurança do software.

Quando falamos de códigos Open Source estamos dizendo que as linhas de códigos que a sua empresa utilizou estão abertos ao público e isso trás muita vulnerabilidade para sua empresa, os cibercriminosos se aproveitam desse espaço.

No geral esses problemas são solucionados pela própria comunidade de Open Source com atualizações.

  1. Publicidade de explorações.

Como foi dito acima, as informações dos códigos são divulgadas de forma rápida e aberta para qualquer pessoa entrar e ler, ou ver uma brecha e causar prejuízos.

Além de que esses ataques de hackers não causam somente a perca de dados, mas também a reputação de mercado de uma empresa.

  1. Risco de conformidade de licenciamento

Por se tratar de um software aberto é bem comum que ele venha com uma licença simples que permite que o código-fonte seja usado, modificado ou compartilhado de acordo com as diretrizes definidas.

Existem mais de 200 tipos de licença de código aberto atualmente, mas não são aplicadas e o não cumprimento das regras pode causar problemas para a empresa.

A melhor forma de resolver estes riscos é utilizando processos e ferramentas adequadas para essa realidade.

Tudo é uma questão de colocar na balança. Embora, de fato, projetos open source não possuem — por natureza — tanta pressão por qualidade quanto um código comercial, muitos deles contam com uma equipe dedicada e uma esteira de desenvolvimento tão rigorosa quanto a de uma empresa com fins lucrativos.

Além disso, o maior trunfo do código aberto é justamente a possibilidade de você “fuçar” no código em busca de algo errado; ou seja, o próprio usuário pode fazer uma auditoria para garantir que não há bugs.

Por fim, projetos open source podem sim ser tão seguros quanto soluções comerciais.

Porém, quem os utiliza também precisa estar atento a detalhes como quem é o mantenedor do projeto, as eventuais atualizações de segurança que são liberadas constantemente e fazer “sua própria lição de casa” examinando os códigos usados antes de plugá-los em seu projeto.

Por mais que os seus projetos estejam abertos ao publico é de extrema importância que você busque seguir e manter as regras e regulamentos, sempre procurando formas de melhorias de falhas e erros.

Para que você tenha uma análise de infraestrutura e descubra possíveis erros que estão fazendo seu sistema ser vulnerável a ataques basta falar com um de nossos especialistas.

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O que é Escalação de privilégios: aprenda sobre movimentações horizontais e verticais https://www.aser.com.br/o-que-e-escalacao-de-privilegios-aprenda-sobre-movimentacoes-horizontais-e-verticais/ Wed, 05 Aug 2026 17:35:30 +0000 https://www.aser.com.br/?p=562 Saiba como os criminosos cibernéticos conseguem acessar redes inteiras a partir de uma única credencial comprometida, roubando dados e fazendo estragos.

Você certamente já ouviu falar no termo escalação (ou escalonamento, como alguns preferem chamar) de privilégios, não é mesmo?

Pois bem: trata-se de uma tática muito comum empregada por criminosos cibernéticos para explorar redes computacionais no intuito de roubar informações sensíveis, espiar documentos secretos ou simplesmente instalar malwares. O que você provavelmente não sabe é como exatamente esse tipo de técnica funciona na prática — e, para falar a verdade, ela é muito simples.

Primeiramente, o atacante precisa conseguir um acesso legítimo ao seu ecossistema corporativo, algo que pode ser alcançado através da conta de um colaborador que tenha uma senha fraca ou reutilizada de outro serviço que tenha sofrido um vazamento (password spraying).

Para o criminoso, não importa muito se essa conta inicial possui poucos privilégios — ou seja, é de um funcionário de baixo escalação —, pois é a partir desse ponto de partida que ele fará a movimentação horizontal e vertical.

Como funciona a escalação de privilégios: acesso inicial, movimentação horizontal e vertical

Movimentação horizontal

Envolve tentar elevar os privilégios daquela conta comprometida, utilizando, para isto, uma série de ferramentas, kits de exploração e ferramentas como Mimikatz e Metasploit.

Para que o atacante tenha sucesso, porém, ele precisa conhecer bem a rede que está atacando.

Vamos entender o que acontece nesse meio.

O cybercriminoso cria uma abertura para entrar no sistema de um funcionário, a partir disso ele busca outros funcionários que tenham acessos diferentes da porta de entrada.

Isso em qualquer tipo de sistema causa inúmeros problemas.

Movimentação vertical

É mais simples o criminoso simplesmente identifica e tenta invadir contas que já possuem um nível maior de privilégios, e, logo, são mais valiosas para seus fins malignos.

Até onde um invasor chegaria na sua rede?

Os exercícios de Red Team da ASER simulam ataques reais — do acesso inicial à escalação de privilégios — para mostrar onde a sua defesa falha.

Existem diversas ações que podem ser adotadas para mitigar ataques de escalação de privilégios.

Primeiramente, é crucial que os colaboradores tenham um conhecimento sólido de engenharia social e uma boa higiene com suas senhas, evitando o comprometimento inicial de suas contas corporativas.

Mesmo assim, é crucial garantir a correta gestão de privilégios, certificando-se de que não existam funcionários com mais privilégios (e acesso à documentos sensíveis) do que eles realmente precisam para exercer o seu trabalho.

Por fim, monitore as contas de alto privilégio. É crucial que toda movimentação que ocorra na sua rede — informações sendo criadas, movidas, editadas, copiadas etc. — seja registrada em um log para posterior análise.

Também existem arquiteturas que empregam inteligência artificial para identificar, através de análises comportamentais, caso um usuário esteja agindo de forma estranha: esse tipo de solução emite um alerta caso perceba que alguma conta pode ter sido comprometida, agilizando a mitigação da ameaça.

Infográfico: como mitigar ataques de escalação de privilégios

Esperamos que você esteja atento aos problemas que podem gerar estes tipos de ataques cibernéticos e assim comece a pensar em forma de se assegurar de evitar e proteger os seus dados e de seus funcionários.

Para ter acesso a uma análise dos sistemas e saber onde estão as vulnerabilidades do seu sistema afim de corrigi-las, basta que você fale com um de nossos especialistas.

Sua rede resistiria a uma escalação de privilégios?

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Automação e Integração de um software seguro! https://www.aser.com.br/automacao-e-integracao-de-um-software-seguro/ Wed, 05 Aug 2026 17:34:46 +0000 https://www.aser.com.br/?p=559 As medidas de segurança são incorporadas durante o processo para construir um software mais seguro em todos os aspectos.

Para cada tipo de demanda de comunicação, existe uma ferramenta certa capaz de simplificar o trabalho e potencializar ainda mais os resultados.

Quando se fala sobre software de automação, falamos das diversas possibilidades que existem para se melhorar um processo (de produção, prestação de serviço, vendas e etc.) ao substituir tarefas repetitivas e burocráticas operadas por pessoas por uma forma de integração com um sistema, tornando-a assim automática.

Existem diversos exemplos práticos disso, como softwares BPM para automação de processos, automação de marketing ou até integrações por meio de APIs (Interface de Programação de Aplicação) para automatizar tarefas.

E para fazer com que todas as opções de softwares trabalhem juntos e alinhados aos objetivos corporativos, é preciso ter atenção à importância da integração dos sistemas nas empresas.

O primeiro passo para uma boa integração é a definição de objetivos para o projeto.

Para garantir que eles sejam os melhores possíveis, é preciso escutar tanto os gestores das áreas envolvidas quanto os colaboradores que utilizam, no cotidiano, os sistemas a serem integrados.

Apenas com uma boa compreensão de como é feita a geração de valor nesses sistemas de comunicação e quais são os problemas enfrentados pelo time, é possível partir para a etapa seguinte: o planejamento.

No momento de planejar a integração de sistemas, é recomendável desenhar, inicialmente, soluções abstratas para as ferramentas e apresentar como seria o funcionamento delas na prática para todos os stakeholders antes de colocar a mão na massa e partir para a execução.

Só quando esse planejamento inicial estiver aprovado e compreendido por todos é que vale a pena começar o trabalho técnico nos sistemas.

Quais as Vantagens da Automação e Integração dos Softwares?

A integração de sistemas gera grandes impactos no dia a dia dos funcionários e na própria gestão empresarial, já que simplifica a administração dos negócios e dos setores organizacionais.

Os fluxos de trabalho são otimizados, rotinas se tornam mais dinâmicas e processos passam a ser executados de modo colaborativo entre trabalhadores de distintas áreas. Além disso, existem outras vantagens como:

Diminuição de Custos

A eliminação de ineficiências operacionais e de TI, ocasiona a diminuição constante de custos orçamentários, sendo que é possível o corte de boa parte deles.

Processos automatizados também diminuem o tempo gasto na execução de atividades organizacionais, o que gera economia.

Dessa forma, os gestores conseguem utilizar os recursos poupados para investimentos mais críticos e que geram maior qualidade para o atendimento ao cliente.

Aperfeiçoamento de Processos

O aperfeiçoamento contínuo de processos é requisito fundamental para toda empresa que deseja sobreviver no mercado em longo prazo, manter-se competitiva e obter sucesso.

Com uma boa integração de sistemas, essa otimização frequente se torna mais simples. Isso porque as atividades e tarefas poderão ser alteradas de modo mais simples, já que contam com suporte tecnológico.

Ganho de Desempenho

Contar com processos automatizados e integrados é essencial para que a companhia tenha capacidade de atender a todos os seus clientes e potenciais consumidores. Nesse contexto, sobressaem as organizações com maior colaboração entre departamentos, o que acarreta receitas maiores e um nível elevado de inovação.

A comunicação interna, quando reforçada, é capaz de otimizar as relações e promover a definição de estratégias em conjunto, bem como rotinas de trabalho mais eficientes. Tudo isso se traduz em maior produtividade das equipes.

Melhora na comunicação e no fornecimento de dados a clientes

Um benefício da integração de sistemas nas empresas é a melhora no atendimento aos clientes e na comunicação com o público.

Isso ocorre porque fica mais fácil acessar dados durante a interação com consumidores, pois basta entrar no sistema central para consultar itens como:

  • Histórico de compras;
  • Número de atendimentos;
  • Dados cadastrais;
  • Pagamentos efetuados ou em aberto;
  • Tempo de interação com a companhia;
  • Andamento do processo de vendas;
  • Procedimentos de troca e cancelamento etc.

Para que tudo isso ocorra de forma satisfatória, é importante contratar uma empresa externa para essa tarefa.

Se for o caso, certifique-se de que eles entendam as reais necessidades da empresa e consigam implantar a integração de sistemas com escalabilidade proporcionando suporte e treinamento ao longo do processo.

Ficou com alguma dúvida sobre os desafios da integração de sistemas nas empresas?

Fale agora com um dos nossos especialistas para que possamos ajudar a sua empresa!

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