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Engenharia social: como defender sua empresa dessa modalidade de cibercrime

Engenharia social: como defender sua empresa dessa modalidade de cibercrime
Tempo de Leitura 3 Minutos

Engenharia social: como defender sua empresa dessa modalidade de cibercrime

Você conhece os perigos da engenharia social para uma empresa? Sabe como proteger o ambiente corporativo desse tipo de cibercrime?

Se as suas respostas a essas perguntas forem negativas, é hora de aprender mais sobre o assunto e descobrir como mitigar as ameaças ao sistema e aos dados do seu negócio. Confira!

O que é engenharia social

A engenharia social é um modo de ação usado por hackers que depende da interação humana. Nessa modalidade de cibercrime, os ataques envolvem iludir e manipular o usuário para que ele desrespeite práticas de segurança e, assim, abra links maliciosos, baixe arquivos suspeitos ou compartilhe informações confidenciais que permitam aos cibercriminosos atingir seus objetivos.

O sucesso dos ataques de engenharia social depende da habilidade do hacker de convencer as vítimas, mas também está ligado à falhas nas estratégias de Segurança da Informação da empresa. 

Quais os perigos das ações de engenharia social

Hoje em dia os ataques de engenharia social estão entre as maiores ameaças à segurança cibernética das empresas já que, quando bem sucedidos, permitem que terceiros tenham acesso legítimo aos dados e informações confidenciais do negócio.

Firewalls, filtros de e-mail e ferramentas de monitoramento da rede e de dados podem ajudar. Porém, o que realmente faz diferença é a educação e a conscientização dos usuários.

Quais os tipos mais comuns de ataques de engenharia social

As ações de engenharia social podem acontecer de diferentes maneiras, por isso a seguir listamos os tipos mais comum dessa modalidade de ciberataque: 

Baiting

Nesse tipo de prática, hackers deixam à disposição do usuário um dispositivo infectado com malware, como um pen-drive ou um CD. O objetivo é despertar a curiosidade do indivíduo para que ele insira o dispositivo em uma máquina para conferir o seu conteúdo. Depois de instalado, o malware permite que o hacker tenha acesso aos sistemas da vítima.

Phishing

Esta é uma das técnicas mais comuns e eficientes de ataque de engenharia social. Ocorre quando um hacker produz mensagens falsas que podem ser interpretadas como legítimas pela vítima por aparentarem vir de fontes confiáveis. Esses ataques podem acontecer por diferentes canais, como e-mail, telefone e redes sociais, e tentam convencer o usuário a instalar um malware em seus dispositivos ou a compartilhar informações pessoais, financeiras ou de negócio.


Pretexting 

Nessa prática, os cibercriminosos fabricam falsas circunstâncias para coagir a vítima a oferecer acesso a informações e sistemas críticos. Eles assumem uma nova identidade ou papel para fingir que são alguém de confiança da vítima e assim pedir informações.

Quid pro quo

Esse tipo de ataque de engenharia social acontece quando um hacker pede informações privadas de alguém em troca de algo. Dessa forma, a vítima dá acesso a códigos, desabilita programas vitais e instala malwares achando que conseguirá a solução para algum problema pelo qual esteja passando. 

Spear phishing

O Spear phishing é uma forma mais sofisticada do phishing. Nessa modalidade, o hacker se passa por algum executivo ou outro membro importante da empresa com intuito de obter informações sensíveis.

Tailgating 

Essa é uma técnica física de engenharia social que ocorre quando pessoas não-autorizados seguem indivíduos autorizados até localizações seguras com o objetivo de obter dados confidenciais.

Como defender a empresa dos ataques de engenharia social

Para mitigar os riscos de ataques de engenharia social serem bem sucedidos contra uma empresa é fundamental educar todos no ambiente corporativo sobre como se manter protegido de ciberataques.

Todos os colaboradores da empresa precisam estar cientes que não devem divulgar informações confidenciais ou mesmo informações aparentemente não-confidenciais sobre si mesmo ou sobre a empresa, seja por telefone, pela web ou pessoalmente.

No mais, é importante estabelecer uma Política de Segurança da Informação (PSI) e garantir que ela seja observada e cumprida por todos os profissionais no ambiente corporativo.

É fundamental também que as empresas entendam que o combate aos ataques de engenharia social precisa fazer parte de uma estratégia global de gestão de riscos. O treinamento contínuo e o uso de softwares de proteção avançada devem dar aos colaboradores as ferramentas necessárias para reconhecer e responder às ameaças dessa modalidade de cibercrime.

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